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10 anos após a arbitragem no Mar do Sul da China, Japão, EUA e outros 14 países divulgam declaração conjunta

14 países reagem à arbitragem no Mar do Sul da China

10 anos da sentença arbitral no Mar do Sul da China

No dia 12, completaram-se 10 anos desde que o tribunal arbitral com base na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar rejeitou as reivindicações de soberania da China no Mar do Sul da China. No mesmo dia, o governo das Filipinas divulgou uma declaração conjunta com os governos do Japão e dos Estados Unidos, entre outros, afirmando oposição às tentativas de mudar unilateralmente o status quo pela força.

14 países enfatizam a força vinculante

Além de Japão e Estados Unidos, a declaração conjunta contou com a participação de um total de 14 países, incluindo Reino Unido, Alemanha, Itália, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Sobre a sentença arbitral de 2016, reafirmaram que ela é final e tem força vinculante entre a China e as Filipinas.

Sem base jurídica para a Linha dos nove traços

Classificando a sentença arbitral como um 'marco importante', a declaração reiterou o entendimento do tribunal arbitral de que a 'Linha dos nove traços', pela qual a China reivindica quase toda a área do Mar do Sul da China como seu território, não tem base jurídica. Além disso, afirmou forte oposição a todas as ações unilaterais no Mar do Sul da China e pediu o fim de atos que prejudiquem a paz e a segurança na região ao obstruir ou intimidar atividades legítimas no mar e no espaço aéreo.

Japão também critica posição da China

Também foi exigido firmemente que a China, em conformidade com o direito internacional, resolva as disputas pacificamente por meio do diálogo. O ministro das Relações Exteriores do Japão, Toshimitsu Motegi, também divulgou uma declaração no dia 12, criticando a postura da China de não स्वीकारar a decisão, por contrariar o princípio da solução pacífica de disputas com base no direito internacional e prejudicar o Estado de direito na comunidade internacional. Ele também registrou que valoriza altamente a posição do governo das Filipinas.

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